Reviews e análises reais

Autor: Nicolas Lana

  • iPhone 18 Pro agradou? Veja o que a imprensa achou dos novos iPhones

    iPhone 18 Pro agradou? Veja o que a imprensa achou dos novos iPhones

    A Apple apresentou o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max nesta semana e as primeiras impressões de quem já teve contato com os aparelhos começaram a aparecer. Ainda não são reviews completos, já que os novos modelos entram em pré-venda no dia 12 e chegam às lojas no dia 18 de setembro, mas esse primeiro contato já ajuda a entender quais mudanças realmente chamaram atenção e quais parecem menores do que a apresentação da Apple pode fazer parecer.

    No geral, a recepção inicial parece positiva, mas sem aquela sensação de que a Apple reinventou o iPhone. A câmera com abertura variável foi uma das novidades que mais despertaram interesse, enquanto o design bastante parecido com o iPhone 17 Pro e o aumento de preço nos Estados Unidos pesaram do outro lado. É justamente essa combinação que torna a nova geração interessante para quem está pensando em trocar de celular: o iPhone 18 Pro claramente melhorou, mas ainda falta descobrir o quanto essas mudanças aparecem no uso real.

    Iphone 18 Pro

    A nova câmera é o que mais chama atenção

    A principal novidade dos iPhone 18 Pro está na câmera principal de 48 MP, que agora trabalha com abertura variável em f/1.48, f/1.8, f/2.8 e f/4. Na prática, isso permite controlar a quantidade de luz que chega ao sensor e também interfere na profundidade de campo. A Apple ainda adicionou controles manuais de velocidade do obturador, balanço de branco e foco diretamente no aplicativo Câmera.

    É uma mudança interessante principalmente porque aproxima um pouco mais o iPhone de uma experiência de câmera tradicional, mas eu ainda teria cuidado para não tratar isso como uma revolução antes dos testes completos. O The Verge levantou justamente essa questão ao analisar a novidade: como estamos falando de um sensor de smartphone, a diferença produzida pelas aberturas menores pode ser mais limitada do que seria em uma câmera dedicada. Para eles, a abertura máxima de f/1.48 pode acabar sendo uma das partes mais úteis da mudança por permitir a entrada de mais luz.

    Esse é provavelmente o ponto que eu mais gostaria de testar pessoalmente. Eu uso o iPhone 17 Pro Max hoje e, olhando apenas para o anúncio, a câmera é a mudança que mais me faria considerar uma troca. Já escrevi sobre se vale trocar o iPhone 17 Pro Max pelo iPhone 18 Pro Max, mas quero colocar os dois lado a lado antes de chegar a uma conclusão definitiva.

    O restante parece mais uma evolução do 17 Pro

    Quem esperava uma grande mudança visual provavelmente não vai encontrar isso nesta geração. No primeiro contato do The Verge com os aparelhos, uma das observações foi justamente como o iPhone 18 Pro continua parecido com o 17 Pro. Os tamanhos de tela permanecem em 6,3 e 6,9 polegadas e a estrutura continua em alumínio, embora a Dynamic Island esteja menor e a Apple tenha mudado as opções de cores, incluindo o novo bordô e a volta do preto.

    Por dentro há mudanças mais importantes. Os dois modelos usam o novo A20 Pro e uma nova geração da câmara de vapor, enquanto a Apple também promete ganhos de bateria. No Brasil, a empresa informa até 43 horas de reprodução de vídeo no iPhone 18 Pro Max, seis horas a mais que no 17 Pro Max segundo seus próprios testes. É um número interessante, mas autonomia é outra coisa que eu prefiro avaliar no uso diário antes de dizer que existe uma diferença grande entre as duas gerações.

    O preço deixa a comparação com o 17 Pro ainda mais importante

    Nos Estados Unidos, o iPhone 18 Pro começa em US$ 1.199 e o Pro Max em US$ 1.299, ambos US$ 100 mais caros que seus antecessores no lançamento. No Brasil, a loja da Apple lista o iPhone 18 Pro de 256 GB por R$ 11.999.

    É aqui que eu acho que a discussão fica mais interessante. Não existe muita dúvida de que o iPhone 18 Pro é tecnicamente melhor que o 17 Pro. A questão para quem já tem um aparelho recente é se câmera, bateria, desempenho e as outras mudanças justificam pagar pela nova geração, principalmente se o 17 Pro começar a aparecer com preços melhores no varejo.

    Iphone 18 Pro

    Então, o iPhone 18 Pro agradou?

    Pelo que apareceu até agora, sim. As primeiras impressões são positivas principalmente em relação à câmera e às melhorias internas, mas também existe uma certa cautela porque visualmente estamos diante de uma evolução do iPhone 17 Pro, e não de uma mudança radical. O próprio The Verge descreveu poucas alterações de design em seu primeiro contato e levantou dúvidas sobre o tamanho do impacto prático da abertura variável, justamente uma das novidades mais promovidas pela Apple.

    Também é cedo demais para transformar essas primeiras impressões em veredito. Os aparelhos nem chegaram às lojas e ainda precisamos de testes mais longos de câmera, bateria, desempenho e aquecimento. Eu ainda não usei o iPhone 18 Pro ou o 18 Pro Max, então minha opinião continua baseada no que a Apple apresentou e no que quem teve acesso antecipado ao aparelho está relatando.

    Por enquanto, o iPhone 18 Pro me parece uma evolução interessante, principalmente pela câmera, mas não vi nada que me faça olhar para o meu iPhone 17 Pro Max e pensar que preciso trocar imediatamente. Quando conseguir testar o novo modelo de verdade, aí sim vai dar para responder essa pergunta com muito mais propriedade.

    – Memória RAM: 8 GB.
    – Tela de 6,3″ com ProMotion 120 Hz: brilho de 3.000 nits, 33% menos reflexos e navegação fluida.
    – Câmeras Fusion de 48 MP: fotos em altíssima resolução, zoom óptico de 2x e lente ultra-angular.
    – Bateria para o dia todo: até 30h de vídeo e 50% de carga em apenas 20 minutos.

    R$ 5.598,00
  • Apple parou de vender o iPhone 17 Pro Max: ainda vale a pena comprar?

    Apple parou de vender o iPhone 17 Pro Max: ainda vale a pena comprar?

    Com o lançamento do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max, a Apple também fez uma mudança que já era esperada e retirou o iPhone 17 Pro e o iPhone 17 Pro Max da sua loja oficial. Isso não significa que os aparelhos deixaram de existir ou que não vale mais a pena comprar um. Eles continuam disponíveis em outras lojas e, dependendo do que acontecer com os preços daqui para frente, o iPhone 17 Pro Max pode acabar ficando até mais interessante.

    Eu uso o iPhone 17 Pro Max atualmente e não vejo o lançamento do 18 Pro Max como algo que tornou meu celular ultrapassado da noite para o dia. Na verdade é justamente agora que eu começaria a acompanhar o preço do 17 Pro Max com mais atenção, principalmente para quem quer um iPhone topo de linha mas não faz questão de comprar a geração mais nova.

    Por que a Apple parou de vender o iPhone 17 Pro Max?

    A retirada aconteceu junto com a chegada da nova geração Pro. A Apple costuma reorganizar sua linha depois dos lançamentos e os modelos Pro anteriores deixam de ser vendidos diretamente pela empresa. Isso é diferente de dizer que o iPhone 17 Pro Max foi abandonado ou deixou de receber suporte.

    Inclusive ele está entre os aparelhos compatíveis com o iOS 27. Eu já publiquei a lista completa dos iPhones que vão receber o iOS 27 e o 17 Pro Max obviamente está nela.

    O que muda de verdade é onde você vai encontrar o aparelho. Em vez de comprar diretamente na Apple, a tendência é encontrar o 17 Pro Max no varejo e no mercado de usados, e é justamente o preço nesses lugares que pode fazer ele continuar valendo a pena.

    O iPhone 17 Pro Max ficou ultrapassado?

    Para mim, não. Estou escrevendo isso usando justamente um iPhone 17 Pro Max e o aparelho continua entregando desempenho de sobra para praticamente tudo que eu faço. Câmera, tela, bateria e desempenho continuam sendo de um celular topo de linha e o fato de existir um modelo mais novo não muda isso.

    O iPhone 18 Pro Max obviamente trouxe melhorias. A Apple atualizou processador, câmeras, bateria e outros pontos e eu já escrevi sobre o que achei do iPhone 18 Pro Max e se trocaria meu 17 Pro Max por ele. Minha conclusão inicial foi que eu não faria essa troca agora.

    É claro que para quem está escolhendo entre comprar um 17 Pro Max ou um 18 Pro Max novo a decisão é diferente. Nesse caso eu acho que o preço passa a ser uma das coisas mais importantes.

    Então ainda vale a pena comprar o iPhone 17 Pro Max?

    Eu acho que pode valer bastante, mas depende do preço. Se a diferença para o iPhone 18 Pro Max for pequena eu iria naturalmente para o modelo mais novo. Agora, se começarem a aparecer boas promoções do 17 Pro Max, a conversa muda porque você continua levando um aparelho muito atual e que ainda deve ter vários anos de atualizações pela frente.

    Eu também prestaria atenção na capacidade de armazenamento e principalmente na procedência. Conforme um modelo deixa de ser vendido diretamente pela Apple é normal começar a encontrar mais ofertas no varejo, marketplaces e mercado de usados, então não olharia apenas para o menor preço.

    No meu caso eu não tenho nenhuma intenção de trocar o 17 Pro Max simplesmente porque a Apple lançou uma geração nova. Quero continuar usando o aparelho e acompanhar como ele se comporta com o iOS 27 e com o passar do tempo. Inclusive pretendo fazer uma análise mais completa contando como tem sido minha experiência com ele e se eu compraria o 17 Pro Max hoje.

    O lançamento do iPhone 18 Pro Max não fez o iPhone 17 Pro Max ficar ruim. O que ele fez foi transformar o modelo anterior em uma opção que agora precisa ser analisada pelo preço. Se esse preço cair o suficiente, acho que o 17 Pro Max pode acabar fazendo mais sentido para muita gente do que pagar o valor cheio da geração mais nova.

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  • iPhone Duo vale a pena? Apple lança seu primeiro iPhone dobrável por R$ 21.999

    iPhone Duo vale a pena? Apple lança seu primeiro iPhone dobrável por R$ 21.999

    A Apple finalmente lançou um iPhone dobrável. O novo iPhone Duo foi apresentado nesta quarta-feira (9) e chega com uma proposta bem diferente do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max. Fechado ele funciona como um celular menor e quando aberto entrega uma tela de 7,6 polegadas, quase como carregar um pequeno tablet no bolso. Foi provavelmente o lançamento da Apple que mais me chamou atenção hoje, mas tem uma coisa difícil de ignorar, o preço. O iPhone Duo começa em R$ 21.999 no Brasil, então antes mesmo de pensar se um iPhone dobrável faz sentido é difícil não se perguntar o que ele entrega para custar tudo isso.

    Eu ainda não usei o iPhone Duo e por isso isso aqui não é um review. Minha ideia é entender o que a Apple apresentou e principalmente o que muda na prática em relação ao iPhone que já conhecemos. Eu uso atualmente o iPhone 17 Pro Max e olhando de fora o Duo é bem mais interessante para mim do que simplesmente colocar um processador mais rápido ou uma câmera melhor em um formato que continua praticamente o mesmo.

    Como funciona o iPhone Duo

    O iPhone Duo abre como um livro. Fechado temos uma tela externa de 5,4 polegadas que permite usar o aparelho normalmente e ao abrir aparece a tela interna de 7,6 polegadas, a maior já utilizada em um iPhone. A proposta parece interessante principalmente para quem consome muito conteúdo, trabalha pelo celular ou simplesmente gostaria de ter mais espaço sem precisar carregar um iPad junto. O iOS também foi adaptado para aproveitar esse formato e permite usar aplicativos lado a lado, o que para mim é uma das coisas que mais justificam a existência de um aparelho assim. Não adianta colocar uma tela enorme em um celular se o sistema continuar funcionando exatamente como funciona em uma tela pequena.

    O Duo chega com o iOS 27 e vários outros aparelhos da Apple também vão receber a atualização. Eu já publiquei a lista completa dos iPhones que vão receber o iOS 27, incluindo modelos bem mais antigos. A diferença é que algumas funções do Duo existem justamente por causa da tela dobrável e obviamente não estarão disponíveis nos outros aparelhos.

    Câmeras, bateria e desempenho

    O iPhone Duo vem com o A20 Pro e duas câmeras de 48 MP na traseira, uma principal e uma ultrawide. O que achei mais interessante aqui nem são os números, mas algumas possibilidades que aparecem por causa do formato. É possível usar as câmeras traseiras para tirar selfies enquanto você acompanha o enquadramento pela tela externa e também deixar o aparelho parcialmente aberto sobre uma superfície para fotografar ou gravar sem precisar ficar segurando. Esse é o tipo de recurso que eu gostaria de testar porque aproveita uma característica física do aparelho em vez de ser simplesmente mais uma especificação melhor que a geração anterior.

    Na bateria a Apple fala em até 31 horas de reprodução de vídeo usando a tela interna e até 44 horas utilizando a externa. O aparelho usa duas baterias distribuídas pelas duas partes do corpo, mas aqui eu esperaria testes reais antes de concluir qualquer coisa. Uma tela de 7,6 polegadas naturalmente pode consumir bastante energia e imagino que quem comprar um Duo vai querer justamente usar bastante essa tela maior.

    Quanto custa o iPhone Duo no Brasil?

    O iPhone Duo custa a partir de R$ 21.999 no Brasil e nos Estados Unidos começa em US$ 1.999 na versão de 256 GB. Por esse valor eu acho muito difícil falar em custo-benefício. É um produto de primeira geração para quem quer experimentar algo novo dentro do ecossistema da Apple e está disposto a pagar bastante por isso. Eu tenho muita curiosidade de usar um, mas curiosidade e disposição para pagar mais de vinte mil reais em um celular são coisas bem diferentes.

    Também acho inevitável comparar o Duo com o iPhone 18 Pro Max. O Pro Max continua seguindo o formato tradicional enquanto o Duo tenta entregar uma experiência que fica no meio do caminho entre um iPhone e um iPad. Como eu uso o 17 Pro Max atualmente, já escrevi sobre se vale trocar o iPhone 17 Pro Max pelo iPhone 18 Pro Max e para mim existe uma diferença importante entre os dois lançamentos. O 18 Pro Max parece uma evolução do celular que eu já tenho enquanto o Duo é um aparelho que eu realmente precisaria usar para descobrir se faria sentido no meu dia a dia.

    O iPhone Duo vale a pena?

    Sem usar o aparelho eu não consigo dizer que vale ou não vale a pena e não quero fingir uma conclusão que ainda não tenho. O que dá para dizer é que R$ 21.999 coloca o Duo em uma categoria muito específica. Para quem simplesmente quer um dos melhores iPhones disponíveis, o 18 Pro Max provavelmente continua sendo uma escolha mais fácil de justificar. O Duo parece muito mais interessante para quem realmente quer um dobrável e está disposto a pagar caro para experimentar a primeira geração dessa ideia dentro da Apple.

    Eu gostei de finalmente ver a Apple fazendo algo diferente com o iPhone e tenho bastante curiosidade para testar um. O que eu quero descobrir é se depois de alguns dias essa tela maior realmente muda a maneira de usar o celular ou se passado o impacto inicial ela acaba virando apenas uma maneira muito cara de carregar uma tela dobrável no bolso.

  • Quais iPhones vão receber o iOS 27? Veja a lista completa

    Quais iPhones vão receber o iOS 27? Veja a lista completa

    A Apple confirmou quais iPhones vão receber o iOS 27 e a boa notícia é que nenhum modelo que já roda o iOS 26 ficou de fora desta vez. A atualização começa a ser liberada no dia 14 de setembro e chega até aparelhos mais antigos como o iPhone 11 e o iPhone SE de segunda geração.

    iPhone 17 pro max e iPhone 16 Pro Max

    iPhones que vão receber o iOS 27

    iPhone 17 Pro Max
    iPhone 17 Pro
    iPhone Air
    iPhone 17
    iPhone 17e
    iPhone 16 Pro Max
    iPhone 16 Pro
    iPhone 16 Plus
    iPhone 16
    iPhone 16e
    iPhone 15 Pro Max
    iPhone 15 Pro
    iPhone 15 Plus
    iPhone 15
    iPhone 14 Pro Max
    iPhone 14 Pro
    iPhone 14 Plus
    iPhone 14
    iPhone 13 Pro Max
    iPhone 13 Pro
    iPhone 13
    iPhone 13 mini
    iPhone 12 Pro Max
    iPhone 12 Pro
    iPhone 12
    iPhone 12 mini
    iPhone 11 Pro Max
    iPhone 11 Pro
    iPhone 11
    iPhone SE de 2ª geração e posteriores

    Essa é a lista divulgada atualmente pela própria Apple.

    Nem todo iPhone vai receber todos os recursos

    Aqui tem um detalhe importante. Ser compatível com o iOS 27 não significa receber todas as novidades. Os recursos de Apple Intelligence têm requisitos de hardware maiores e ficam disponíveis no iPhone 15 Pro e 15 Pro Max e nos modelos compatíveis mais recentes.

    Então um iPhone 11, por exemplo, vai poder atualizar para o iOS 27, mas isso não significa que ele terá a mesma experiência e os mesmos recursos de inteligência artificial de um aparelho mais novo.

    Meu iPhone vai atualizar automaticamente?

    Se as atualizações automáticas estiverem ativadas, o iPhone pode baixar e instalar o iOS 27 quando a atualização estiver disponível. Também dá para verificar manualmente em Ajustes > Geral > Atualização de Software.

    Antes de atualizar eu sempre recomendo ter um backup recente e espaço livre suficiente no aparelho, principalmente se você usa o iPhone para trabalho ou guarda muita coisa importante nele.

    E o iPhone 17 Pro Max?

    O iPhone 17 Pro Max está na lista e vai receber o iOS 27. Eu uso esse modelo atualmente e, com a chegada da nova geração, também fui entender se realmente vale trocar o iPhone 17 Pro Max pelo iPhone 18 Pro Max.

  • iPhone 18 Pro Max foi lançado: eu tenho o 17 Pro Max e não sei se vale a troca

    iPhone 18 Pro Max foi lançado: eu tenho o 17 Pro Max e não sei se vale a troca

    A Apple apresentou o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max e como eu uso o 17 Pro Max atualmente, obviamente fui ver o que mudou. Todo lançamento de iPhone vem acompanhado daquela sensação de que o modelo anterior envelheceu do dia pra noite, mas olhando para as novidades eu não sei se é bem assim dessa vez.

    Antes de qualquer coisa, eu ainda não usei o iPhone 18 Pro Max, então isso não é um review. A ideia aqui é olhar para o que a Apple apresentou e tentar entender se essas mudanças fazem diferença principalmente para quem, assim como eu, já tem um 17 Pro Max.

    O que mudou no iPhone 18 Pro Max

    O novo modelo vem com o A20 Pro, além de mudanças no sistema de resfriamento e melhorias de eficiência. É claro que ele vai ser mais rápido que o 17 Pro Max, mas desempenho é uma das coisas que menos pesariam para eu trocar hoje. Meu 17 Pro Max já é muito rápido e no uso normal é difícil imaginar uma situação em que eu realmente precise de mais desempenho para abrir aplicativos, navegar, usar redes sociais ou editar alguma coisa.

    Talvez essa diferença apareça mais em jogos, edição de vídeo ou tarefas mais pesadas e aí os testes vão mostrar melhor. Só não consigo olhar para um processador mais rápido isoladamente e considerar isso um motivo para trocar um aparelho que já tem desempenho de sobra.

    A câmera foi o que mais me chamou atenção

    Aqui eu fiquei mais interessado. A câmera principal de 48 MP agora conta com abertura variável, o que permite controlar fisicamente a quantidade de luz que entra na câmera dependendo da situação. A Apple também trouxe novos controles voltados para fotografia.

    Esse é o tipo de mudança que eu quero ver na prática porque pode fazer diferença principalmente em fotos com pouca luz. No papel parece interessante, mas câmera de celular é uma coisa que eu prefiro comparar vendo as fotos lado a lado. Se a diferença para o 17 Pro Max for realmente grande, aí começa a existir um argumento mais forte para a troca.

    A bateria também melhorou

    A Apple fala em até 45 horas de reprodução de vídeo no 18 Pro Max. Bateria é uma melhoria que eu sempre considero bem-vinda porque diferente de ganhar mais desempenho em um celular que já é rápido, algumas horas extras longe da tomada podem fazer diferença no uso normal.

    Ainda assim eu esperaria os testes reais. Reprodução de vídeo é uma referência boa para comparar os aparelhos, mas não representa exatamente um dia usando câmera, 5G, GPS, WhatsApp, Instagram e brilho alto.

    O visual continua bem familiar

    O iPhone 18 Pro Max continua claramente sendo um iPhone e não mudou radicalmente em relação à geração anterior. Existem mudanças de acabamento e novas cores, incluindo a Burgundy, que é um tom de vinho mais escuro. A Dynamic Island também ficou menor.

    Eu gosto de mudança visual, mas sinceramente nada disso faria eu trocar o meu 17 Pro Max. Acho que é o tipo de diferença que você percebe quando coloca os dois aparelhos juntos, mas depois de alguns dias provavelmente deixa de prestar tanta atenção.

    E o iPhone 18 normal?

    Uma coisa curiosa desse lançamento é que a Apple não apresentou o iPhone 18 tradicional junto com os modelos Pro. Por enquanto foram apresentados o iPhone 18 Pro e o 18 Pro Max, então quem estava esperando pelo sucessor direto do iPhone 17 vai ter que esperar mais.

    Vale trocar o iPhone 17 Pro Max pelo 18 Pro Max?

    Pelo que foi apresentado até agora, eu não trocaria o meu.

    Não porque o 18 Pro Max seja ruim ou porque não tenha melhorado. Ele tem processador novo, melhorias de bateria, mudanças na câmera e várias evoluções menores. O problema é que eu já tenho um celular muito bom e nenhuma dessas novidades me fez olhar para o meu 17 Pro Max e pensar que preciso trocar.

    A câmera é o ponto que mais pode mudar minha opinião. Quero ver principalmente comparações em situações reais e fotos noturnas para entender o quanto essa abertura variável realmente melhora o resultado.

    Para quem está com um iPhone de algumas gerações atrás a história pode ser diferente porque aí você acumula várias melhorias de uma vez. Mas sair especificamente do 17 Pro Max para o 18 Pro Max me parece, pelo menos nesse primeiro momento, uma troca difícil de justificar.

    No fim é aquela situação que acontece bastante com celular topo de linha. O novo é melhor, só que isso não significa que o anterior ficou ruim. Eu vou continuar com meu 17 Pro Max por enquanto e conforme começarem a aparecer testes do 18 Pro Max quero voltar nesse assunto para ver se alguma coisa muda minha opinião.

  • Ziyoulang K68 vale a pena? Usei por mais de 1 ano o teclado bom e barato.

    Ziyoulang K68 vale a pena? Usei por mais de 1 ano o teclado bom e barato.

    Sim, o Ziyoulang K68 vale a pena para quem procura um teclado bom e barato (custo benefício). Depois de mais de um ano usando o teclado diariamente, o que mais me surpreendeu foi a usabilidade.

    Teclado Ziyoulang K68 em cima da mesa em uma foto de frente

    Ele não é perfeito, principalmente por causa do layout e do barulho das teclas, mas por R$ 170, minha experiência foi muito melhor do que eu esperava.

    Ziyoulang K68 vale a pena? Minha experiência depois de mais de 1 ano

    Na época eu estava procurando um teclado mecânico bom e barato, wireless e pequeno, e o Ziyoulang K68 chamou minha atenção principalmente pelo custo-benefício aparente e pelas várias avaliações positivas que encontrei.

    Antes dele eu usava um Redragon Kumara White, que já tinha começado a apresentar falhas em várias teclas, então decidi trocar.

    Desde então, o K68 passou a ser meu teclado principal. Normalmente uso para jogar e para atividades mais simples, como navegar na internet, por aproximadamente duas horas por dia.

    Isso é importante porque minha avaliação não vem de alguns dias testando o teclado. O que você vê nas fotos e o que conto aqui é a experiência de um K68 que foi realmente usado por mais de um ano.

    Construção e durabilidade: 8/10
    Digitação: 7/10
    Layout: 7/10
    Conectividade: 10/10
    Custo-benefício: 9/10
    Nota: 8,2/10
    PREÇO: costuma aparecer entre R$ 150 e R$ 200(referência: set/2026)

    Teclado Ziyoulang K68 em foto lateral

    Design e construção: como o K68 envelheceu?

    O Ziyoulang K68 é um teclado compacto de 68 teclas. Ele elimina o teclado numérico e várias teclas dedicadas de um teclado tradicional, mas mantém algo que considero importante: as setas.

    Visualmente, essa versão mistura teclas em cinza, bege e laranja, e esse foi inclusive um dos pontos que me chamaram atenção quando comprei. Pessoalmente, acho esse teclado muito bonito.

    A construção é predominantemente de plástico, mas, quando você pega o teclado pela primeira vez, ele parece mais sólido do que o preço sugere. É relativamente pesado e não passa aquela sensação de produto barato que eu esperava encontrar nessa faixa de preço.

    Mas o mais interessante é ver como essa construção se comportou com o tempo.

    Depois de mais de um ano, as teclas continuam praticamente sem desgaste, não existem marcas relevantes na carcaça e não tive nenhum problema estrutural. Também não percebi folgas, rangidos ou alguma parte que tenha se deteriorado de forma relevante.

    Isso não transforma o K68 em um teclado premium. Mas, considerando que paguei R$ 170, a durabilidade foi muito além do que eu esperava.

    Como é digitar no Ziyoulang K68?

    Meu K68 utiliza switches Red e, depois de mais de um ano, a experiência de digitação continua bastante agradável. As teclas são confortáveis, não são pesadas e têm uma resposta que me agrada bastante.

    O ponto negativo, para mim, é o barulho. Considero o K68 um teclado relativamente barulhento e talvez seja justamente por isso que prefiro utilizá-lo para jogos e tarefas mais simples. Para quem passa várias horas escrevendo, principalmente em um ambiente compartilhado, pode começar a incomodar.

    Depois desse período usando o K68, dificilmente eu voltaria para um teclado de membrana. No meu próximo teclado mecânico, porém, provavelmente escolheria switches mais silenciosos.

    Teclado Ziyoulang K68 sendo segurado pelas mãos

    O layout de 68 teclas funciona no dia a dia?

    Antes de comprar um teclado compacto, é fácil olhar para uma foto e pensar que algumas teclas a menos não vão fazer diferença. Depois de mais de um ano, minha opinião é que você deve pensar bastante em como pretende usar o teclado, principalmente se escreve textos longos ou trabalha com atividades que dependem de muitos atalhos.

    Eu não sinto falta do teclado numérico no dia a dia. O que me incomoda às vezes é precisar utilizar a tecla Fn, já que algumas funções que teriam uma tecla dedicada em um teclado maior passam a depender de combinações.

    Para jogar, isso praticamente não é um problema para mim. Para produtividade, porém, um teclado compacto nem sempre significa uma experiência melhor.

    Outro detalhe importante é que o meu K68 não utiliza o padrão brasileiro ABNT2. Isso significa que não existe, por exemplo, uma tecla dedicada para o Ç e algumas teclas ficam em posições diferentes.

    Eu me acostumei, mas é algo que você deve considerar antes de comprar, principalmente se pretende utilizar o teclado para trabalhar ou escrever bastante.

    Conexão e bateria: alguma dor de cabeça?

    O Ziyoulang K68 oferece conexão Bluetooth e também acompanha um receptor USB de 2.4 GHz. No meu dia a dia, utilizo praticamente só o dongle que acompanha o teclado.

    Depois de mais de um ano, nunca tive problemas de conexão. Algumas vezes também utilizei o teclado conectado a mais de um dispositivo, alternando entre Bluetooth e o dongle, e tudo funcionou normalmente.

    Outra particularidade é que ele utiliza duas pilhas AAA em vez de uma bateria interna recarregável.

    Quando comprei, fiquei preocupado com o custo que isso poderia trazer. Na prática, porém, não foi um problema. Normalmente passo mais de um mês com o mesmo par de pilhas e já cheguei perto de dois meses sem precisar trocar.

    Claro que essa duração depende bastante da frequência de uso, mas, considerando minhas aproximadamente duas horas por dia, a autonomia me surpreendeu positivamente.

    Teclado Ziyoulang K68 em cima da mesa mostrando as teclas

    Ziyoulang K68 vale a pena?

    Depois de mais de um ano usando o Ziyoulang K68, minha experiência foi muito mais positiva do que eu esperava para um teclado que me custou R$ 170.

    A construção envelheceu muito bem, não tive problemas com teclas, switches ou conexão e continuo gostando da experiência de jogar com ele. O tamanho compacto também deixa bastante espaço livre na mesa, algo que passei a valorizar.

    As maiores ressalvas estão no layout e no barulho. Se você escreve bastante ou depende das teclas de um teclado ABNT2 no trabalho, eu pensaria duas vezes. Para quem quer principalmente um teclado mecânico compacto e wireless para jogar e fazer tarefas mais simples, esses problemas têm um peso bem menor.

    Eu compraria novamente? Sim. Principalmente considerando os R$ 170 que paguei. Se minha prioridade fosse produtividade e escrita, porém, provavelmente procuraria um modelo maior, ABNT2 e com switches mais silenciosos.

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  • JBL Tune Buds 2 vale a pena? Usei por mais de 1 ano.

    JBL Tune Buds 2 vale a pena? Usei por mais de 1 ano.

    Resposta rápida: o JBL Tune Buds 2 vale a pena para quem quer bom som, cancelamento de ruído decente e bateria longa, mas eu não indicaria para quem prioriza conforto por muitas horas.

    JBL Tune Buds 2 branco com os fones dentro do estojo de carregamento aberto
    O acabamento branco do estojo começou a apresentar marcas após o uso.

    Comprei o JBL Tune Buds 2 procurando principalmente um fone para fazer videochamadas, ligações e ouvir música. Ele tem cancelamento de ruído, modo ambiente, conexão com dois aparelhos ao mesmo tempo e promete uma bateria bem longa. No papel parece tudo ótimo, mas depois de mais de 1 ano usando o fone no dia a dia, algumas coisas me agradaram bastante e outras nem tanto.

    Minha conclusão rápida é: o JBL Tune Buds 2 é muito bom, mas o conforto me desagradou. Se você está procurando um fone Bluetooth custo-benefício e está pensando em comprar o Tune Buds 2, aqui está o que eu gostaria de saber antes de gastar meu dinheiro nele.

    Som: 10/10
    Conforto: 6/10
    Bateria: 9/10
    Microfone: 7/10
    Cancelamento de ruído: 8/10
    Custo-benefício: 7/10
    PREÇO: costuma aparecer entre R$ 300 e R$ 450 (referência: set/2026)

    O som do JBL Tune Buds 2 é bom?

    Foi uma das primeiras coisas que quis testar. Ouvi principalmente rap e rock e achei o som bastante encorpado. Os graves são bem presentes, enquanto vozes e instrumentos me pareceram equilibrados. Também dá para mudar bastante o som pelo aplicativo JBL Headphones, então quem gosta de mexer no equalizador tem bastante liberdade para deixar o fone mais próximo do seu gosto.

    Comparando com o JBL Tune 660NC, que é outro fone da JBL que tenho e uso, achei o Tune Buds 2 superior tanto no cancelamento de ruído quanto na qualidade dos graves. Não fiz medições de laboratório e nem é essa a proposta desta análise: estou falando da experiência que tive usando os dois fones normalmente.

    Na parte interna do JBL Tune Buds 2 não houve grandes alterações

    O cancelamento de ruído do JBL Tune Buds 2 funciona?

    O Tune Buds 2 tem cancelamento de ruído adaptativo e testei principalmente durante o trabalho, com barulhos constantes de ar-condicionado e conversas ao redor. Confesso que aqui fui surpreendido. O ANC consegue reduzir muito bem os sons externos e, em algumas situações, o isolamento foi tão grande que praticamente deixei de prestar atenção no que acontecia ao meu redor.

    Na rua, inclusive, eu prefiro tomar cuidado com o ANC justamente por causa desse isolamento. Nesses casos, faz mais sentido utilizar o modo ambiente quando for importante continuar ouvindo carros, pessoas e outros sons ao redor.

    O JBL Tune Buds 2 é confortável?

    Durante esse tempo utilizei principalmente a ponteira G, porque foi a que melhor se encaixou no meu ouvido. Consigo ficar aproximadamente duas horas usando o fone sem sentir dor, mas depois disso começo a sentir certo desconforto.

    Na academia a experiência também não foi das melhores. Em vários momentos senti o fone saindo do ouvido e precisei ajustá-lo novamente, o que também prejudicava a vedação e deixava entrar mais som externo. Esse acabou sendo o maior ponto negativo do JBL Tune Buds 2 para mim. É claro que o encaixe varia bastante de pessoa para pessoa, mas se conforto é uma prioridade para você, eu levaria isso em consideração antes da compra.

    A aparência dos módulos do fone de ouvidos permaneceu intacta

    Microfone do JBL Tune Buds 2 é bom?

    Testei o microfone principalmente em videochamadas pelo Zoom e Google Meet e achei o resultado satisfatório. Como os microfones ficam relativamente distantes da boca, a qualidade é boa, mas nada extraordinário. Em ambientes silenciosos o resultado é excelente para chamadas, enquanto em lugares mais barulhentos minha voz fica um pouco mais abafada. Mesmo assim, não chegou a um ponto que impedisse uma conversa ou reunião.

    Outra coisa que gostei bastante foi a conexão multiponto. Dá para deixar o Tune Buds 2 conectado ao celular e ao computador ao mesmo tempo. Uso com meu MacBook e iPhone e a função é excelente: não preciso ficar entrando nas configurações de Bluetooth e trocando a conexão manualmente toda vez que mudo de aparelho. Para quem trabalha no computador durante o dia, é uma função que realmente faz diferença.

    Quanto dura a bateria do JBL Tune Buds 2?

    A JBL promete até 12 horas de reprodução nos próprios fones em determinadas condições e até 48 horas considerando as cargas do estojo. No meu uso, normalmente com o volume próximo de 80% e ANC ligado, cheguei a ficar quase duas semanas sem precisar carregar o estojo.

    É importante dizer que isso não significa duas semanas de reprodução contínua. Estou falando do meu uso normal durante esse período, colocando os fones novamente no estojo entre uma utilização e outra. Ainda assim, a bateria é facilmente um dos pontos que mais gostei no Tune Buds 2 e, no meu dia a dia, raramente precisei me preocupar com ela.

    A foto mostra a parte traseira do estojo, onde encaixa o cabo USB tipo C

    O que eu gostei e o que não gostei

    Depois de mais de um ano usando o JBL Tune Buds 2, o que mais gostei foi do cancelamento de ruído, da bateria e do carregamento rápido. A qualidade de som também continua sendo um dos principais motivos pelos quais uso o fone.

    Já o que mais me incomodou foi, sem dúvida, o formato e o encaixe no meu ouvido. Além do desconforto depois de algumas horas, várias vezes tive a sensação de que o fone poderia cair, principalmente durante a academia. E acho importante falar dos defeitos porque minha intenção não é convencer você a comprar o Tune Buds 2, mas ajudar a entender se ele realmente faz sentido para você.

    JBL Tune Buds 2 vale a pena?

    Para mim, depende do que você procura em um fone de ouvido. Se a prioridade é qualidade de som, graves fortes, bateria de longa duração, bom cancelamento de ruído e um microfone decente para chamadas, considero o JBL Tune Buds 2 uma boa opção de fone Bluetooth custo-benefício. Se conforto e encaixe são prioridades, eu pesquisaria outras opções antes de comprar, como o JBL Tune Beam 2.

    Nota Nicolana: 7/10

    Eu compraria novamente? Sim. Apesar do problema de conforto, o conjunto de som, ANC, bateria e recursos ainda faz o Tune Buds 2 valer a pena para o meu tipo de uso.

    o JBL Tune Buds 2 vale a pena para quem quer bom som, cancelamento de ruído decente e bateria longa, mas eu não indicaria para quem prioriza conforto por muitas horas.

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